quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Portugal – Palácio Nacional de Mafra

 

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1 - Palácio Nacional de Mafra - Um dos mais importantes monumentos do Barroco em Portugal, o Palácio Nacional de Mafra é um símbolo do reinado absolutista de D. João V. Das suas 1200 divisões, realce para a Biblioteca e o Convento, que constitui um património religioso ímpar no nosso país, para a Basílica, obra-prima da arquitetura setecentista, e para os famosos Carrilhões, conjunto único no mundo pelas suas dimensões e beleza do seu mecanismo.

 

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2 – Palácio Nacional de Mafra – outra perspectiva.

 

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3 - Núcleo de Arte Sacra – espaço museológico que ocupa duas salas que eram destinadas à habitação dos Camaristas do Palácio.

 

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4 – Núcleo de Arte Sacra.

 

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5 – Celas Fradescas – A divisão das celas é ainda original. Estas eram destinadas aos enfermeiros.

 

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6 – Celas Fradescas.

 

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7 - Cozinha da enfermaria – Nesta pequena cozinha se preparavam as refeições para os doentes graves e para os enfermeiros. No Real edifício existiam diversas cozinhas: do Rei, da Rainha, do Convento, etc.  Coleção de utensílios de cozinha em cobre e latão pertencentes às diversas cozinhas, séc. XVIII.

 

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8 – Enfermaria - ocupada pelos doentes graves, que aqui eram assistidos por frades enfermeiros, recebendo a visita diária do médico e do sangrador.  Aos domingos, todos os leitos eram puxados para o centro da sala para que os doentes assistissem à Missa.

 

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9 - Por cima de cada cama está um painel de azulejo representando Cristo e aos pés outro com a Virgem Maria. Sobre a cama existia um prego onde o médico pendurava a receita, a fim de que o doente soubesse se o enfermeiro seguia corretamente as instruções.

 

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10 - Sala de Diana – Assim chamada por ter representado no teto Diana, a Deusa da caça, acompanhada de ninfas e sátiros. É da autoria de Cirilo Wolkmar Machado (finais do séc. XVIII), fazendo parte de uma campanha decorativa a mando do Príncipe Regente D. João, futuro D. João VI. O pintor tomou como fonte de inspiração um quadro de Domenichino, intitulado “Caçada de Diana”, existente na Galeria Borghese em Roma.

 

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11 - Sala do Trono ou Sala de Audiência – Sala destinada às audiências oficiais do Rei.

 

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12 - Oratório Norte - Capela privada para uso pessoal do Rei.

 

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13 - Torreão Norte – Aposentos privados do Rei, usados até à morte de D. Fernando de Saxe-Coburgo, marido da rainha D. Maria II, ficando depois reservados a hóspedes importantes. Cada torreão funcionava como um apartamento independente com as cozinhas na cave, as despensas e ucharias no piso térreo, os quartos dos Camaristas no 1º piso e os aposentos do Rei neste piso.

 

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14 - Antecâmara.

 

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15 - Quarto de sua Majestade – à esquerda “D.João VI” óleo sobre tela. 1824. José Inácio de Sam Payo. À direita “Sagrada Família” . Escola Italiana Óleo sobre tela. séc. XVIII.

 

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16 - Sala dos Archeiros ou da Guarda – por aqui se fazia a entrada para o Palácio, aqui permanecendo a Guarda Real quando Suas Majestades estavam em Mafra.

 

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17 - Sala D. João V.

 

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18 - Sala da Benção – daqui podia a Família Real assistir às cerimônias religiosas na Basilica e da sua varanda exterior, feita de um só bloco de pedra com 7 x 2,42m., D. João V dava a benção ao povo.

 

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19 - Vista da Basilica a partir da Sala de Benção.

 

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20 - Torreão Sul – Aposentos privados da Rainha. Durante a estadia de D. João VI em Mafra (1806), alguns dos espaços deste torreão foram divididos por tabiques de madeira “ricamente pintada”.  Com o fim da monarquia e transformação deste real edifício em museu, os tabiques e a respectiva decoração mural foram destruídos. Ficaram, no entanto, em arquivo registos fotográficos desses espaços.

 

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21 - Sala de Sua Majestade a Rainha.

 

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22 - Quarto de Sua Majestade – Quarto da Rainha, onde o rei D. Manuel II passou a última noite em Portugal, antes da sua partida para o exílio, quando da implantação da República a 5 de Outubro de 1910.

 

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23 - Toilette de Sua Majestade a Rainha – reconstituição da decoração mural existente no século XIX, segundo fotografias em arquivo..

 

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24 - Antecâmara – Sala de entrada para os aposentos da Rainha. Reconstituição da decoração mural existente no século XIX, segundo fotografias em arquivo.

 

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25 - Oratório Sul

 

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26 - Sala de Nápoles – A Ala Sul deste Paço foi a mais utilizada durante o séc. XIX, talvez por ser uma zona confortável e ensolarada, correspondendo não só a uma procura de mais conforto, como a uma alteração de mentalidades no que respeita à vida familiar e social das Família Real, que se torna mais instimista e “privada”. A Ala Norte passou apenas a ser usada por hóspedes importantes de visita a Mafra.

 

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27 - Sala D. Pedro V ou Sala de espera – Nesta ala ficavam, em finais do séc. XVIII, os aposentos da “Senhora Princeza” D. Maria Francisca Benedita, viúva do seu sobrinho D. José, filho primogénito de D. Maria I, estando as salas divididas de outra forma. A presente divisão e decoração reflete a vivência romântica do séc. XIX. 

 

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28 - Sala de Música ou Sala Amarela.

 

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29 - Piano de cauda inglês com respectivo banco. Joseph Kirkman, Londres, séc. XIX.

 

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30 - Piano de mesa. Fabrico francês Collard & Collard. séc. XVIII.

 

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31 - Sala de jogos.

 

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32 - Sala da caça – O Palácio de Mafra nunca foi residência habitual da Família Real, sendo no entanto frequentemente visitado ao longo do ano por períodos de tempo dedicados à caça de veados, gamos e outras espécies existentes na Tapada.

 

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33 - Salão Grande dos Frades – reconstituição da área conventual, que foi cedida ao Exército (hoje E.P.I.) desde finais do século XIX.

 

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34 - Biblioteca -  uma das mais importantes do século XVIII, com um acervo de cerca de 35 mil volumes

 

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35 - Basílica de Nossa Senhora e Santo António de Mafra – A primeira pedra da Basílica do Real Convento de Mafra foi colocada a 17 de Novembro de 1717 e a sagração realizou-se a 22 de Outubro de 1730 (dia do aniversário de D. João V), assistindo a esse ato a Família Real, a Corte, dignatários da Igreja e das principais Ordens Religiosas, o representante do Papa, Embaixadores, bem como a população da região. Projetada pelo alemão João Frederico Ludovici, que concebeu ao estilo barroco italiano, a igreja apresenta a forma de cruz latina e é construída em pedra lioz policroma da região de Pero Pinheiro e Sintra.

 

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36 – Interior da Basílica – Altar

 

 

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37 – Porta principal de entrada da Basílica.

 

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38 – Um dos seis orgãos históricos, único no mundo, mandados executar por D. João VI

 

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39 – Porta de entrada lateral da Basilica.

 

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40 – Interior da Basilica.

 

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41 - Interior da cúpula -  primeira cúpula octogonal construída em Portugal.

 

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42 – Vista lateral da Basílica.

 

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43 – Jardim interior do Palácio.

 

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44 – Vista a partir da avenida da Liberdade.

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